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Burnout

 Para evitar ou ajudar no tratamento!

  • Definir pequenos objetivos na vida profissional e pessoal;
  • Participar em atividades de lazer com amigos e familiares;
  • Fazer atividades que "fujam" à rotina diária, como passear, comer num restaurante ou ir no cinema;
  • Evitar o contato com pessoas "negativas" que estejam constantemente reclamando dos outros e do trabalho;
  • Conversar com alguém de confiança sobre o que se está sentindo.
Esta semana veio à baila este tema, que dá na sua grande maioria em mulheres a nível maternal e laboral e em homens a nível laboral. É certo e sabido que na sua grande maioria, quando uma mulher decide casar e ter filhos ela também acrescenta um trabalho ou vários extra não remunerados, isto para não falar das mães solteiras e trabalhadoras que não têm dias de descanso, não podem ficar doentes, e muitas delas não têm o apoio da aldeia que tanto é necessário, nestes casos, queremos ser boas esposas, boas mães, boas profissionais, boas donas de casa, no fim só somos boas a gritar, a desesperar, a dormir mal, a chorar, a ficar completamente apáticas quando tudo o que queríamos era gritar!!!
E este nosso cérebro onde se encontra no meio de tudo isto???

Perdido, e o nosso corpo, a trabalhar excessivamente sem parar, não conseguimos dedicar-nos a só uma tarefa porque queremos ser um exemplo social, sempre enxovalhadas de criticas, e olhares alheios, muitas vezes vindos de família e crenças familiares, não temos dinheiro para pagar serviços que nos eliminem as cargas, e muitas vezes a simples diversão à exaustão emocional e física, custa-nos caro. 

Como mãe solteira é esgotante emocional e fisicamente, tudo o que me proponho diariamente, se acrescentar a isso, desabafos e problemas alheios, então eu morro, e tenho pena dos profissionais da área da psicologia, que tão amavelmente nos ouvem, obvio que ganham por isso, é um trabalho, mas eles também são mães e pais, e têm vidas.

Chegamos a uma era em que ouvimos muitas vezes...agora é tudo mais facilitado...no nosso tempo...
Pois bem dou de graça uma semana das minhas às pessoas que falam isso, e acrescento as minhas despesas e o medo de falhar nos compromissos financeiros, férias uma vez por ano, liberdade de 15/15 dias em que o misto entre descansar e divertir é um livre-arbítrio fodido, e sem direito a relaxar totalmente porque na verdade...não há guito, e sim raisparta o povo que diz que dinheiro não traz felicidade, eu já fui muito feliz com dinheiro, e não é o dinheiro que traz infelicidade é mesmo a forma como o vemos, para mim o dinheiro é uma dádiva e sim, venha ele em abundância!!!!

Metade dos afazeres estariam salvaguardados e a mente mais tranquila sem só ter números e contas na cabeça, vivemos a trabalhar, e custa-me até ao osso ver pessoas que trabalham para deixar coisas para os seus filhos, eu quero assegurar o hoje dos meus, amanhã não sei quem está cá, eu não quero que vejam esta mãe exausta a contar dinheiro para as senhas, porque gente a mãe também tem de recompensar o seu esforço, e não é só dar aos filhos, nós precisamos e merecemos. não não era infeliz quando vivia com mais, a vida a solo é dura, a grama é areia e o sol e o frio queimam mais...

No meio disto vivemos ou sobrevivemos????

Vale a pena pensar nisto!



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