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Saudades das minhas gajas


Tenho saudades das minhas gajas, das gargalhadas, do verão, das danças, dos jantares, de socializar.
Sinto saudades de fazer amor, de fazer sexo, de nadar no mar e fazer topless.
Sinto saudades da sangria, da cerveja, do sunset, da areia da praia. das ondas do mar.
Sinto saudades do teu beijo, do teu sorriso entre ele, e do teu abraço.
Sinto saudade de não ter medo de amar, porque é bom amar sem medo.
Sinto saudade do bikini, dos pés na areia, da brisa a bater-me na cara.
Sinto saudades do alpendre lá de casa, do jardim de inverno, dos finais de tarde de verão. Sinto falta dos abraços, dos beijos, das borboletas na barriga, dos primeiros encontros.
Sinto saudades de acordar com desejo e adormecer com paixão. 
Sinto saudades do teu abraço aconchegante, do teu toque meigo, do teu mau feitio.
Sinto saudades da paixão desenfreada e do tesão, mas mais saudades do teu amor calmo, que me serana, saudades da tua voz....aí a tua voz.
Saudades dos jantares, de andar de mão dada na praia, de quando respiras no meu ouvido, saudades da minha alegria, de todos os sorrisos, de um bom decote, e de um vestido chique numa noite de verão, conjugado com umas sandálias e um sorriso!
Sinto saudades, de dizer abraça-me....por favor não vás...e de te ouvir dizer que queres ficar....e ir embora no dia a seguir.
Sinto saudades de quem sou contigo e bolas até da forma reversa das nossas opiniões, que tantas vezes debatemos.
Sinto saudades de dançar à noite, de ir ao pagode, da caipirinha e da cerveja, da música. 
Sinto saudades do mundo e da liberdade e sinto saudades de ser feliz e solta como uma brisa na praia.
Sinto saudades



 

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