Avançar para o conteúdo principal

Não sou minimalista mas não gosto de tralha!

Passo a explicar, que esta  é mais uma das minhas evoluções!
Nem sempre foi assim, já fui daquelas que tive 10 cremes para cada membro do corpo, bem nem tanto!
Mas tinha imensas coisas em duplicado!

Também sou conhecida pela minha família próxima, por destralhar sem dó nem piedade, porque sei lá, é algo que me relaxa, organizar e destralhar ajuda-me imenso na concentração!
Faço-o com frequência, de 3/3 meses ou de 6 em 6 meses.

  1. Não guardo nada que "poderei" vir a usar, o poderei é um verbo muito longínquo para mim!
  2. Não guardo o que não me serve.
  3. Não guardo cremes e produtos fora de validade!
  4. Não guardo 1.000 frascos, ou embalagens.
  5. Não duplico coisas nas gavetas!
  6. Quando não tenho a certeza da data de validade, deito fora, por isso a dica que dei para colocar a data à abertura do produto! Assim não há erros!
  7. Tento sempre usar produtos até ao final.
  8. Só uso um novo no fim!
  9. Não guardo nada que não tenha usado na estação anterior.
  10. O que não uso diariamente e semanalmente está guardado na garagem.
  11. Gosto de caixas transparentes para guardar as coisas
  12. Adoro sapatos e malas, mas não tenho mais que o suficiente!
  13. Mesmo no que toca a roupa de cama e de banho e cozinha, tenho apenas 2 conjuntos para cada cama.
  14. Não duplico tapetes, cortinas.
  15. Todas as semanas, deito lixo fora mesmo assim, e sinto que a casa nunca está organizada.
  16. Tenho muito daquilo que faço uso regularmente e compro sempre mais essas coisas, que não considero acumulo, pois só volto a comprar quando o último está a terminar.
  17. Não guardo coisas que não gosto, ou já não gosto!
  18. Tenho sempre uma peça de roupa no roupeiro, que normalmente são saldos para épocas festivas, que faz com que, quando uso, sinta que é realmente novo, como se tivesse acabado de comprar, normalmente são roupas e acessórios de cerimónia, nomeadamente:
- Roupa
- Malas pequenas
- Bijuteria





    18. Tenho duplicado balança, nas duas casas de banho, já tinha uma e agora com isto da Casa Digital- http://www.aminhacasadigital.com/-  do marido recebemos recentemente mais uma, tenho uma em cada wc, e um bacio para o Salvador!
Termómetro, que era um para casa outro para o infantário.

  • O que não presta deito fora.
  • O que se aproveita dou, a pessoas amigas, ou instituições.
  • Brinquedos o ideal é entregá-los numa creche, escola eles são gratos, e imensos meninos podem usufruir do mesmo.
  • Pode sempre vender, online, ou numa loja em segunda mão!
O conselho que vos dou, sendo iniciantes, é começar por um espaço pequeno, uma gaveta, e guardar o que acha que não quer numa caixa na arrecadação ou garagem, se esquecer isso por 6 meses, provavelmente nunca vai usar!
Note-se que só faço isto com as minhas coisas e as dos miúdos, hoje em dia faço conjuntamente com a Lara quando é algo que ela deve decidir se quer dar ou guardar.
No caso do marido, deixo que seja ele a decidir!


Comentários

Mensagens populares deste blogue

December!!!!

Dezembro chegou... e com ele todos os pensamentos, todas as reflexões de um ano completamente atípico a que todos sobrevivemos....mas deixem apenas dizer lhes que ....foi um ano de crescimento individual, espiritual e familiar! Saio deste ano de coração cheio, de pura adrenalina, como é óbvio momentos de tudo....foi ano de Marte e deviamos ter preparado para a guerra, se todos chegamos até aqui vivos e de saúde somos uns guerreiros natos, capazes de enfrentar qualquer batalha. Prosseguiremos a 2021, ano de Vénus,  do amor, da prosperidade, da fé e da abundância, da compaixão, do cuidado ao próximo, dos amores impossíveis de contos de fadas! Peço para este ano uma reflexão: o que vale a pena lutar em cada vida que nos pertence? Do que devemos ser gratos ao acordar e ao deitar? O que é para si a liberdade, a saúde, a segurança! O que realmente importa para cada um de nós? Acho que foi um ano bastante reflexivo para quem abarcou e tentou entender a mensagem...a bem da verdade nestas últim

Pagamos uma casa a vida toda e agora ninguém quer passar os dias dentro dela

 Mais uma cultura portuguesa enraizada que felizmente começa a mudar! E porque não trabalhar dentro de casa, afinal pagamos uma renda, um empréstimo que não deixa de ser igualmente um crédito bancário. Ainda que tenhamos um trabalho no exterior, porque não trabalhar em casa, criar um cantinho para fazê-lo? Incentivar os vossos filhos a explorar uma capacidade....se com a idade deles pais e avós ganhavam dinheiro em fábricas, eles podem ganhar no conforto do seu lar, explorando os seus próprios dons e capacidades. Pagamos a nossa casa uma vida....são 100 mil...200 mil....300 mil...é que pensando bem na realidade actual ...sei que muitos são teletrabalho e aglomeram "n" tarefas ao que já têm, mas isto não será sempre assim, e porque não começar já hoje? Todos nós vimos ao mundo dotados de pelo menos 1 dom e 1 propósito de vida, dos quais somos dotados por Deus na nossa hora de nascimento. Existem pessoas que os descobrem e são felizes porque não é trabalho, é propósito, é dom,

Saudades das minhas gajas

Tenho saudades das minhas gajas, das gargalhadas, do verão, das danças, dos jantares, de socializar. Sinto saudades de fazer amor, de fazer sexo, de nadar no mar e fazer topless. Sinto saudades da sangria, da cerveja, do sunset, da areia da praia. das ondas do mar. Sinto saudades do teu beijo, do teu sorriso entre ele, e do teu abraço. Sinto saudade de não ter medo de amar, porque é bom amar sem medo. Sinto saudade do bikini, dos pés na areia, da brisa a bater-me na cara. Sinto saudades do alpendre lá de casa, do jardim de inverno, dos finais de tarde de verão. Sinto falta dos abraços, dos beijos, das borboletas na barriga, dos primeiros encontros. Sinto saudades de acordar com desejo e adormecer com paixão.  Sinto saudades do teu abraço aconchegante, do teu toque meigo, do teu mau feitio. Sinto saudades da paixão desenfreada e do tesão, mas mais saudades do teu amor calmo, que me serana, saudades da tua voz....aí a tua voz. Saudades dos jantares, de andar de mão dada na praia, de quan