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sábado, 15 de outubro de 2016

Como tudo recomeçou

Hoje vou falar um pouco sobre a minha relação com o tricô.
Na nossa geração 80´...sim sou velhota eu sei !!!, nós fazíamos artes manuais e foi por altura dos meus 7/8 anos quando andava no ATL, que aprendi a fazer artes manuais, uma delas foi tricô.
Na altura fiz, e aprendi,  liga para um lado e liga para o outro, manta portanto, nome técnico dado na altura, e o máximo que devo ter feito foi um cachecol!
A fase passou e o tricô foi posto de parte. Mais recentemente à cerca de 4 anos atrás, desempreguei-me para mudar de cidade e iniciar uma nova fase da nossa vida, como família, tipo Portugueses pelo Mundo, mas em Portugal.
No inicio tudo muito bem, mas depois ao fim de algum tempo em casa e sem trabalho à vista, comecei a sentir-me muito triste e em baixo, e um pouco desiludida comigo mesma,  decidi iniciar o tricô novamente como forma de ocupação, ao fim de 2 meses fiz logo uma formação na loja da Joana Nossa, a Ovelha Negra, http://loja.ovelha-negra.com/pt/, na altura foi um casaco de bebé sem costuras. Desde aí nunca mais parei, e tenho vindo a ser autodidacta em muitos processos ligados ao tricô.
Simultaneamente tenho feito várias formações a nível da Industria Têxtil, que me tem trazido bastantes qualificações e ajuda em vários processos.
Embora ainda não me encontre a trabalhar, o tricô tem sido a minha "salvação" de todos os dias, principalmente nos dias em que não entendo porque o tal trabalho ainda não apareceu, e nos dias mais parados em que a minha família não requer tanta participação da minha parte.
O meu sonho é sem dúvida abrir uma loja, e por esse motivo tenho-me esforçado bastante  no que toca à aprendizagem quer a nível da área têxtil, quer a nível da parte de empreendedorismo, atendimento ao cliente, e gestão de stocks, porque acho que uma gestão de uma loja, é a gestão de uma empresa e requer portanto uma aprendizagem mais geral e dispersa pelos vários temas.
Resumindo;
O tricô para mim é uma terapia, uma evolução constante, e algo que me faz realmente feliz.
Idealizar uma peça na minha cabeça, e vê-la pronta no final, depois de muitas horas de trabalho, mas sem duvida compensador.
A minha peça de eleição de todas as que fiz é este macacão que desenhei mentalmente e desenhei para o meu filho .
Bem como um fato de ananás que fiz para o carnaval.



Beijos no Coração


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